APAE Barueri – Cada Ano Melhor
    Close de uma pessoa com camiseta verde estampada com um girassol e a frase “O que você não vê, também existe.”, diante de uma mesa com produtos, numa feira de rua.
    Mobilização e Parcerias

    Projeto Girassol chega às feiras da cidade: barraca da APAE Barueri estreia na Feira Noturna do Silveira

    Set 2026 3 min de leitura

    O Projeto Girassol — Famílias que Florescem foi lançado nas feiras de Barueri. A barraca da APAE Barueri estreou na Feira Noturna do Jardim Silveira e passa a funcionar às sextas-feiras no Silveira e aos sábados em Alphaville. As famílias atendidas pela instituição expõem e vendem seus próprios produtos, e 100% da renda fica com elas. O projeto tem como madrinha a Presidente do Fundo Social de Solidariedade e conta com apoio da Secretaria de Indústria e Comércio.

    O que era uma feira dentro da APAE virou uma barraca na rua.

    O Projeto Girassol — Famílias que Florescem saiu do anúncio e foi para o asfalto: a APAE Barueri montou a barraca na Feira Noturna do Jardim Silveira e abriu, ali, o canal de venda que vinha prometendo desde agosto. A partir de agora, as famílias atendidas pela instituição têm ponto fixo nas feiras da cidade.

    Sexta no Silveira, sábado em Alphaville

    A escala é simples e a instituição a publicou junto com o lançamento: às sextas-feiras, na Feira Noturna do Silveira; aos sábados, na Feira de Alphaville.

    São dois dias por semana em dois pontos diferentes de Barueri — um na feira noturna de um bairro, outro numa região de perfil bem distinto. Não é um evento com data marcada e fim previsto. É uma rotina.

    Quem produz é quem vende — e quem fica com o dinheiro

    A regra que sustenta o projeto foi repetida no lançamento e já constava do anúncio de agosto: 100% da renda é das famílias.

    A APAE entra com a estrutura. Na fala institucional gravada no dia, a divisão aparece sem rodeio:

    "A APAE Barueri disponibiliza para as famílias as barracas e cada comerciante expõe o seu produto."

    E o motivo declarado é econômico, não assistencial:

    "Muitas mães solos que têm dificuldade vivem apenas com os benefícios sociais, e esse projeto serve para que a gente possa então complementar a renda familiar de nossas famílias."

    Vale insistir no enquadramento, porque ele é fácil de inverter: isto não é doação. A família produz, a família vende, a família fica com o resultado. A instituição abre mão de qualquer parte da receita e entra com a barraca, o ponto e a articulação com a cidade.

    O que a inauguração mostrou

    A gravação do dia registra a chegada da barraca à feira e a fala de apresentação do projeto:

    "Trata-se de uma barraca da APAE nas feiras da cidade, onde as nossas mães e famílias empreendedoras irão expor os seus produtos e irão comercializar nas feiras da cidade."

    E marca o lugar da estreia:

    "Hoje nós estamos aqui, na feira noturna do Jardim Silveira, onde as famílias apaianas, a partir de agora, começam a expor os seus produtos."

    “A partir de agora” é a expressão que carrega a notícia. Não foi uma participação avulsa: foi a abertura de uma agenda.

    A palavra de quem expõe

    Uma das mães que participam do projeto resumiu o que muda na prática:

    "É um projeto muito importante para nós mães da APAE. Hoje a gente vai poder ter uma renda complementar, trazendo nossos próprios produtos para fazer venda e a exposição nas feiras de Barueri."

    E o que ela pede em seguida é a coisa mais concreta que uma feira pode oferecer:

    "Para a gente poder expor nossos produtos e ter mais visibilidade."

    Visibilidade, aqui, tem sentido comercial antes de ter sentido simbólico. Uma barraca numa feira movimentada é vitrine — e vitrine é o que costuma faltar a quem produz em casa.

    Quem apoiou

    A APAE Barueri creditou publicamente duas parcerias no lançamento: a Presidente do Fundo Social de Solidariedade, apresentada pela instituição como madrinha do projeto, e a Secretaria de Indústria e Comércio.

    É a mesma configuração que a casa vem repetindo: a instituição organiza, o poder público destrava o acesso ao espaço público, e quem ocupa a barraca é a família.

    O Girassol em setembro

    O lançamento nas feiras não é a única frente do projeto neste mês. O Girassol também monta barraca em duas ações pontuais:

    A diferença entre elas e o que aconteceu na Feira do Silveira é de natureza: as duas primeiras são presenças em eventos com data marcada. Esta é uma operação semanal, que recomeça toda sexta-feira.

    Uma barraca não resolve a renda de nenhuma família. Mas um ponto de venda fixo, duas vezes por semana, muda o que uma família consegue planejar para o mês.

    Projeto Girassol: a barraca da APAE Barueri estreia nas feiras de Barueri | APAE Barueri